Nova Jersey (EUA) – A Seleção Brasileira encerrou a preparação para o confronto diante da Noruega com uma provável mudança entre os titulares e o discurso de atenção redobrada diante de um adversário considerado perigoso. Neste domingo (5), às 16h (de Manaus), o Brasil enfrenta os noruegueses pelas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026, em busca de uma vaga nas quartas de final.
Durante a entrevista coletiva, o técnico Carlo Ancelotti deu fortes indícios de que Gabriel Martinelli será o substituto de Lucas Paquetá, desfalque da equipe. O atacante do Arsenal treinou entre os titulares e ganhou força para iniciar a partida após marcar o gol da classificação brasileira sobre o Japão na fase anterior. Embora tenha evitado confirmar oficialmente a escalação, o treinador afirmou que Martinelli reúne características importantes para desempenhar a função exercida por Paquetá e demonstrou confiança no elenco para manter o nível da equipe.

A boa fase de Martinelli reforça um momento positivo do ataque brasileiro. Além do gol decisivo diante dos japoneses, o atacante chega embalado por uma atuação consistente, enquanto a comissão técnica busca manter o equilíbrio entre intensidade ofensiva e organização tática nas fases eliminatórias.
Missão é parar o adversário
No meio-campo, Bruno Guimarães destacou que o Brasil precisará controlar um dos principais nomes da seleção norueguesa: o meia Martin Odegaard, capitão da equipe e responsável pela articulação ofensiva. O volante brasileiro reconheceu a qualidade técnica do adversário, mas ressaltou que o confronto será decidido pelo desempenho coletivo da Seleção.

Outro ponto enfatizado por Bruno foi a preocupação com a bola parada. Segundo o jogador, a Noruega possui atletas de grande estatura e costuma criar muitas oportunidades em cobranças de escanteios e faltas laterais, exigindo concentração máxima do sistema defensivo brasileiro durante toda a partida.

Apesar do respeito ao adversário, o ambiente na Seleção é de confiança após a vitória por 2 a 1 sobre o Japão. O técnico Carlo Ancelotti acredita que o grupo evoluiu ao longo da competição e espera mais uma atuação consistente para garantir a classificação às quartas de final. Bruno Guimarães, que lidera a Copa do Mundo em assistências até aqui, também vive grande fase e tem sido um dos principais articuladores do time brasileiro.
“Estou de acordo que Noruega é difícil, porque é uma equipe que tem estrutura, qualidade e boa organização. Temos que jogar o nosso melhor e acredito que estamos no momento para jogar o nosso melhor porque estamos confiantes, porque saímos de um jogo difícil contra o Japão, porque queremos melhorar e porque estamos preparados para tudo o que pode acontecer”, frisou o comandante do Time Canarinho.
Caso confirme o favoritismo, o Brasil avançará às quartas de final para enfrentar o vencedor do duelo entre México e Inglaterra, mantendo vivo o sonho do hexacampeonato mundial.
Conteúdo: Agência Brasil – Edição Emanuel Sports & Marketing